sexta-feira, 2 de março de 2012

Gestores de países da Ásia, África, Oceania e América Latina e Caribe conhecem projeto de agricultura familiar em Pirenópolis/GO

Em vários momentos conseguimos reunir as mulheres do campo com as da cidade, aqui em Florianópolis, essa troca de experiências é simplesmente fantástica. Temos muito o que aprender umas com as outras. Tanto no campo quanto na cidade, as dificuldades existem, há discriminação, violência, preconceitos, ausência de proteção social.

Que muitos projetos como este se multipliquem!









02.03.2012 – Visita de campo faz parte da programação do Curso de Formação em Políticas Públicas para a Igualdade de Gênero com Ênfase em Políticas para as Mulheres Rurais e Segurança Alimentar.

(Fonte: Observatório Brasil da Igualdade de Gênero)

Gestores vindos de países da Ásia, África, Oceania e América Latina e Caribe conheceram, ontem (1), o projeto Promessa de Futuro, localizado no povoado do Caxambu, município de Pirenópolis/GO. As/Os 28 participantes (26 mulheres e 2 homens) foram acompanhadas/os pela equipe da Secretaria de Políticas para as Mulheres e tiveram a oportunidade de visitar a propriedade onde o projeto é desenvolvido. Lá, o cultivo é realizado a partir da técnica de manejo agroflorestal, priorizando espécies nativas e conta com uma parceria com a Embrapa. A parceria se dá da seguinte maneira: a embrapa fornece sementes e auxílio técnico e, em contrapartida, os produtores verificam a viabilidade e o rendimento das plantas em questão, além de cuidarem do cultivo, que é realizado majoritariamente pelos homens.

Além do plantio, o projeto possui também uma agroindústria, localizada dentro da propriedade e que beneficia os alimentos, o que resulta em compotas de doces, picles, geléias, castanhas torradas, chás, etc. Nesta parte da produção, o trabalho – majoritariamente feminino - não é apenas familiar, mas envolve também as mulheres da região. Todos os produtos já possuem identidade gráfica personalizada e já foram inspecionados e adequados aos padrões da vigilância sanitária. O Projeto, além disso, é cadastrado na rede Slow Food, que propõe conjugar o prazer e a alimentação com práticas conscientes e responsáveis, tendo em vista as fortes conexões existentes entre o prato e o planeta.

A visita de campo ao projeto fez parte da programação do curso de Formação em Políticas Públicas para a Igualdade de Gênero com Ênfase em Políticas para as Mulheres Rurais e Segurança Alimentar, realizado pela Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM-PR). Os participantes demonstraram muito interesse pelo projeto e a visita tornou-se um momento de ricas trocas de experiências e saberes entre pessoas oriundas de lugares tão diversos.

Cartilha da Mulher Presa

"Crack Pedra da Morte"


Ontem e hoje acompanhamos a polêmica gerada por alguns setores da imprensa ao Projeto de Lei da Deputada Ana Paula Lima, com relação ao Crack.

A Deputada propõe que ao falarmos sobre esta droga, usemos a expressão "Crack Pedra da Morte", mas alguns ditos "iluminados" criticaram a ação, sem a conhecer na integra.




Hoje, na ALESC o Dep Mano Changes (PP/RS) trouxe este mesmo debate durante um Seminário: a necessidade de reafirmarmos em qualquer espaço que o Crack leva a morte.

Confesso que há muito não via uma palestra tão gostosa de participar e ao mesmo tempo repleta de informações. De forma direta e objetiva, envolvendo musica e situações reais, o Deputado envolveu a todos os presentes.

Pode alguem questionar: "Sim, mas todas as drogas levam a morte, pq usar de um PL para acrescentar "Pedra da Morte"?? Essa é a questão, lidamos com o Crack como se ele fosse apenas mais uma droga, mas ele não é.

O Crack vicia quase 90% dos usuários no primeiro contato, e 99,9999% até o terceiro contato. Em um dia, o usuário chega a fumar 30 pedras. Não há tratamento químico que reaja a dependencia e abstinencia, ou seja, não se trata o dependente de Crack da mesma forma que os dependentes do alcool, maconha, cocaina. Levamos até 7 meses para afastarmos o usuário da droga, mas em minutos ele pode retomar o ciclo vicioso. Crack, não é apenas mais uma droga, é realmente a pedra da morte.

Nossos jovens estão morrendo e precisamos de mais agentes no combate a este "exterminio".

quinta-feira, 1 de março de 2012

Algumas considerações para reflexão no 08 de março

Relatório elaborado para o 08 de março com algumas considerações e dados sobre a violência domestica contra a mulher em Santa Catarina. Há dados por regiões e municipios, com relação a boletins de ocorrência por lesão corporal, ameaças, estupros e homicidios. Acesse o Link

Violência contra a Mulher - SC 2014