terça-feira, 13 de novembro de 2012
Senta em um formigueiro e vais entender
(agora, sem sirene de polícia, mas com um direitoso perturbando)
Ah... quer saber?
Fechando a madrugada ...
Vai #@^%$&... sentar num formigueiro.
Recebi uma mensagem de um cara que diz estar com saudades da ditadura, pq na época não viamos essa crise na segurança publica.
Só tem saudades da ditadura quem não consegue olhar além de seu próprio umbigo, que não sabe o que aconteceu em seus porões, quantas mortes silenciosas aconteceram, estupros, mutilações, proibições, quanta sacanagem deve ter sido escondida que jamais saberemos.
De gente assim eu mantenho distância e tenho receio do que é capaz de fazer.
Defendo o Brasil, a nossa Constituição, a Democracia conquistada com muito sangue e lágrimas.
Defendo todo brasileiro e brasileira que consegue olhar a dor do outro como se fosse a sua própria dor.
Defendo todos e todas que historicamente foram excluídos e viveram a margem da sociedade durante séculos.
Defendo as bandeiras de luta das mulheres, dos negros, indígenas, do movimento LGBT
Essa vai pra voce:
Se voce só consegue defender esse seu mundinho solitário, medíocre e seus próprios interesses, te faço um convite para entenderes como funciona a força da coletividade: "vai sentar num formigueiro". Em alguns míseros segundos entenderás a força de pequenas formiguinhas agindo coletivamente.
Ah... para né... e tem mais... o absurdo do absurdo:
Defender um cara que tenta jogar no lixo a nossa Constituição por puro exibicionismo e promoção pessoal, patrocinado pelos holofotes do PIG. E que hoje pousa pra fotos como se fosse um super herói paladino da ética e da moral.
Eu quero ver a hora que os nossos companheiros provarem sua inocência, pq eles vão provar.
Quero ver com que cara esses manipuladores vão ficar.
Principalmente tu aí, que veio aqui ler só pra me incomodar depois!
Vai sentar no formigueiro vai!!!
#sacoprontofalei #todepávirada
Quando nos sentimos o coco do mosquito da barata...
Hoje escrevo com o coração transbordando de tristeza, a garganta sufocada de dor e a alma enfraquecida. Foram avalanches de notícias que me fizeram lembrar do poema de Maiakovsky pois estou me sentindo roubada, castrada, violentada.
Perdemos a noite passada, no estado da Paraíba, três companheiras PeTistas, guerreiras, combativas. Um acidente de trânsito tirou a vida de Socorro, Suênia e sua filha Raquel.
Essa semana foi declarada guerra nas ruas de Florianópolis, agora a noite mais um onibus incendiado. E o Secretário vai para a TV dizer que nada está acontecendo, mas todos nós sabemos o que está rolando há meses na Segurança Publica e pra mim tem apenas uma palavra que simplifica isso: DESCASO. Ou teriam outras como incompetência, fracasso de gestão, descontrole. Esse caos vem se arrastando ha tempos, basta visitar o arquivo publico e ver os jornais desde o ano passado.
O Deputado Dirceu Dresch propôs uma CPI na ALESC, voces acham que conseguimos quantas assinaturas para esta CPI??? Correm aos quatro ventos, pelas esquinas da cidade, que duas figuras foram ameaçadas e que enquanto não estiverem com suas vidas garantidas dentro da prisão, o caos estará instalado. Será que é verdade??? Será a migração dos acuados em outros estados???
Bom, e o que falar sobre verdade?? Hoje mesmo, a maior instância da justiça brasileira sentenciou três companheiros a prisão. Durante todo o processo de julgamento me senti tão violentada enquanto cidadã que nem existe palavra que represente tamanho desrespeito a nossa democracia, aos direitos garantidos em nossa Constituição e temo que a moda de "culpado até que se prove o contrario" se estabeleça nos tribunais do Brasil. Condenar alguem por presumir ciência dos fatos é algo inaceitável.
Enfim, chega mais uma mensagem que agora um onibus foi incendiado na cidade de Navegantes, o que será que temos por lá? Efeito dominó e cronometrado? E acabaram de fechar a Av Ivo Silveira, na altura do Morro da caixa, aqui perto de casa. Tiros e mais tiros!!!
Acorda povo!!! Responde Colombo e sua trouppie!!
Primeiro, eles vêm à noite,
com passo furtivo,
arrancam uma flor e não dizemos nada.
No dia seguinte, já não tomam precauções, entram no nosso jardim, pisam nossas flores,matam nosso cão e não dizemos nada.
Até que um dia o mais débil dentre eles entra sozinho em nossa casa, rouba nossa luz,
arranca a voz de nossa garganta ee já não podemos dizer nada.
Maiakovsky
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
Estudo do governo aponta que negros já são 51% da classe média
É por essas e outras que a direitosa odeia o PT. Quer ver esse projeto de um novo Brasil ir água abaixo.
Eles não suportam dividir o shopping, a vaga na garagem, o elevador ou o restaurante, com aqueles que serviam apenas para servi-los. Um País Rico, só pode ser verdadeiramente rico, se for um País sem Miséria,
Não basta sermos uma das maiores economias em desenvolvimento e não termos comida em todas as casas, não termos as mesmas condições de acesso a educação, saude, moradia, sanemaneto, trabalho, lazer.
Questionem ao poder local pq as politicas sociais do governo federal não chegam em seus municípios. E quando chegam, fiscalizem a aplicação dos recursos. Só assim, com a participação popular, que conseguiremos avançar cada dia mais.
Uma vaia ao PIG, a burguesia e aos "falsos batmans"de plantão. O Partido que mudou a cara do Brasil, contra tudo e contra todos, chama Partido dos Trabalhadores, e das Trabalhadores. O Meu, o nosso, PT.
Em 12/11/2012
Dos 36 milhões de brasileiros que ingressaram na classe média durante os últimos dez anos, 75% eram negros, revelou um estudo da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República (SAE) divulgado hoje (12) na capital paulista. Com isso, a participação dos negros na classe média subiu de 38% em 2002 para 51% neste ano, garantindo equilíbrio racial para esse extrato.
“O ideal é que, se os negros são 50% da população brasileira, eles sejam 50% da classe média. Se no Nordeste eu tenho 34% da população brasileira, o ideal é que eu tenha 34% na classe média”, disse Ricardo Paes de Barros, secretário de Ações Estratégicas da SAE. Segundo ele, “a nossa classe média passou a ser muito mais heterogênea, um retrato do Brasil”.
A pesquisa, que resultou no segundo número da série Vozes da Classe Média, mostrou uma mudança no perfil da nova classe média brasileira, que hoje responde por 52% do total da população do país e que tem renda per capita familiar entre R$ 291 e R$ 1.019. As estimativas tiveram como base a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad).
“É o grupo que está se movimentando, que gostaria de mudar de classe e planeja, toma medidas para que seus descendentes [também] mudem”, disse o ministro-chefe da SAE, Moreira Franco.
O aumento do número de negros na classe média trouxe equilíbrio racial para esse extrato social, porém isso não ocorreu entre as camadas mais abastadas da sociedade. “Nós temos agora igualdade racial na classe média. Mas é claro que não temos igualdade racial nem na classe alta, nem na classe baixa. A classe alta é predominantemente branca e a classe baixa é negra”, declarou Ricardo Paes de Barros.
A fatia da sociedade composta por indivíduos de classe média passou de 38% em 2002 para 52% este ano, um crescimento de 14 pontos percentuais. Já a classe baixa, cujo rendimento per capita varia de R$ 81 a R$ 291, sofreu redução de 21 pontos percentuais: era 48% em 2002 e caiu para 28% neste ano.
A classe alta, com renda acima de R$ 1.019, apresentou expansão de 7 pontos percentuais, passando de 13% em 2002 para 20% neste ano. “O que aconteceu no Brasil, na última década, foi uma mudança sem precedentes na distribuição de renda brasileira. O tamanho desses três grupos mudou de uma maneira radical”, avaliou o ministro.
Outra constatação do estudo é que estão na classe média 55% dos jovens e 53% das mulheres brasileiros. O país também conseguiu reduzir o índice de extrema pobreza, que era 11% em 2003 e, após um período de cinco anos, caiu para menos da metade.
O levantamento também apontou o Sudeste como destaque, por ser a região que mais colocou novas pessoas na classe média, o equivalente a 36% do total de novos integrantes. Em seguida, veio o Nordeste com 34% dos novos membros dessa classe social.
Os nordestinos responderam pelo maior aumento regional da classe, passando de 22% em 2002, para 42%. No Sudeste, a diferença ficou em 11 pontos percentuais – em 2002, a participação da classe média na região era 46% e subiu para 57% neste ano. As regiões Norte e Centro-Oeste apresentaram crescimento de 17 pontos percentuais, um avanço de 31% para 48% no Centro-Oeste e de 40% para 57% no Norte. O menor crescimento ocorreu no Sul, que passou de 49% para 58%.
De acordo com Ricardo, as mudanças nos extratos sociais brasileiros são reflexos da diminuição da desigualdade de renda. “É um fato surpreendente que essa classe média surja da redução da desigualdade. E essa redução cria um grupo do meio [classe média], dos batalhadores, que é o mais heterogêneo. Ele [o grupo] é mais a cara do Brasil do que a elite brasileira é, ou a classe baixa é”, disse.
(Fonte: Fernanda Cruz - Agência Brasil )
Eles não suportam dividir o shopping, a vaga na garagem, o elevador ou o restaurante, com aqueles que serviam apenas para servi-los. Um País Rico, só pode ser verdadeiramente rico, se for um País sem Miséria,
Não basta sermos uma das maiores economias em desenvolvimento e não termos comida em todas as casas, não termos as mesmas condições de acesso a educação, saude, moradia, sanemaneto, trabalho, lazer.
Questionem ao poder local pq as politicas sociais do governo federal não chegam em seus municípios. E quando chegam, fiscalizem a aplicação dos recursos. Só assim, com a participação popular, que conseguiremos avançar cada dia mais.
Uma vaia ao PIG, a burguesia e aos "falsos batmans"de plantão. O Partido que mudou a cara do Brasil, contra tudo e contra todos, chama Partido dos Trabalhadores, e das Trabalhadores. O Meu, o nosso, PT.
Em 12/11/2012
Dos 36 milhões de brasileiros que ingressaram na classe média durante os últimos dez anos, 75% eram negros, revelou um estudo da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República (SAE) divulgado hoje (12) na capital paulista. Com isso, a participação dos negros na classe média subiu de 38% em 2002 para 51% neste ano, garantindo equilíbrio racial para esse extrato.
“O ideal é que, se os negros são 50% da população brasileira, eles sejam 50% da classe média. Se no Nordeste eu tenho 34% da população brasileira, o ideal é que eu tenha 34% na classe média”, disse Ricardo Paes de Barros, secretário de Ações Estratégicas da SAE. Segundo ele, “a nossa classe média passou a ser muito mais heterogênea, um retrato do Brasil”.
A pesquisa, que resultou no segundo número da série Vozes da Classe Média, mostrou uma mudança no perfil da nova classe média brasileira, que hoje responde por 52% do total da população do país e que tem renda per capita familiar entre R$ 291 e R$ 1.019. As estimativas tiveram como base a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad).
“É o grupo que está se movimentando, que gostaria de mudar de classe e planeja, toma medidas para que seus descendentes [também] mudem”, disse o ministro-chefe da SAE, Moreira Franco.
O aumento do número de negros na classe média trouxe equilíbrio racial para esse extrato social, porém isso não ocorreu entre as camadas mais abastadas da sociedade. “Nós temos agora igualdade racial na classe média. Mas é claro que não temos igualdade racial nem na classe alta, nem na classe baixa. A classe alta é predominantemente branca e a classe baixa é negra”, declarou Ricardo Paes de Barros.
A fatia da sociedade composta por indivíduos de classe média passou de 38% em 2002 para 52% este ano, um crescimento de 14 pontos percentuais. Já a classe baixa, cujo rendimento per capita varia de R$ 81 a R$ 291, sofreu redução de 21 pontos percentuais: era 48% em 2002 e caiu para 28% neste ano.
A classe alta, com renda acima de R$ 1.019, apresentou expansão de 7 pontos percentuais, passando de 13% em 2002 para 20% neste ano. “O que aconteceu no Brasil, na última década, foi uma mudança sem precedentes na distribuição de renda brasileira. O tamanho desses três grupos mudou de uma maneira radical”, avaliou o ministro.
Outra constatação do estudo é que estão na classe média 55% dos jovens e 53% das mulheres brasileiros. O país também conseguiu reduzir o índice de extrema pobreza, que era 11% em 2003 e, após um período de cinco anos, caiu para menos da metade.
O levantamento também apontou o Sudeste como destaque, por ser a região que mais colocou novas pessoas na classe média, o equivalente a 36% do total de novos integrantes. Em seguida, veio o Nordeste com 34% dos novos membros dessa classe social.
Os nordestinos responderam pelo maior aumento regional da classe, passando de 22% em 2002, para 42%. No Sudeste, a diferença ficou em 11 pontos percentuais – em 2002, a participação da classe média na região era 46% e subiu para 57% neste ano. As regiões Norte e Centro-Oeste apresentaram crescimento de 17 pontos percentuais, um avanço de 31% para 48% no Centro-Oeste e de 40% para 57% no Norte. O menor crescimento ocorreu no Sul, que passou de 49% para 58%.
De acordo com Ricardo, as mudanças nos extratos sociais brasileiros são reflexos da diminuição da desigualdade de renda. “É um fato surpreendente que essa classe média surja da redução da desigualdade. E essa redução cria um grupo do meio [classe média], dos batalhadores, que é o mais heterogêneo. Ele [o grupo] é mais a cara do Brasil do que a elite brasileira é, ou a classe baixa é”, disse.
(Fonte: Fernanda Cruz - Agência Brasil )
Estudante é premiada por trabalho que cria índice de desigualdade de gênero para o Brasil
Mulheres e homens têm acesso praticamente igual à educação no Brasil, mas quando se fala em política e economia, os homens têm vantagem considerável. Eles estão em cerca de 54,4 milhões de posições no mercado de trabalho, enquanto elas ocupam 43 milhões. O peso também está no orçamento do final do mês: na média, os homens ganham R$ 4,9 por hora a mais que as mulheres em cargos semelhantes. Na política, são 2.013 homens e 292 mulheres no poder.
Os dados foram estão no trabalho A Mensuração da Desigualdade de Gênero: um Índice para os Estados Brasileiros, da estudante de economia Luísa Cardoso, premiado pelo Conselho Regional de Economia do Distrito Federal (Corecon-DF). Luísa propõe a criação do Índice Nacional de Desigualdade de Gênero (INDG) capaz de medir, por estado, o acesso das mulheres à educação, saúde, economia e política.
A estudante se baseia no Índice Global de Desigualdade de Gênero (do inglês Global Gender Gap Index - GGGI) medido pelo Fórum Econômico Mundial em 135 países, no qual, em 2012, o Brasil aparece em 62º lugar. “O Brasil não possui um índice próprio. O GGGI considera variáveis que não fazem parte da nossa realidade. O INDG seria uma forma de monitoramento das desigualdades brasileiras e pode ser atualizado constantemente”, justifica a autora.
Com base em dados de 2009, 2010 e 2011 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), do Congresso Nacional e outros bancos de dados oficiais, ela aplicou a escala internacional de 0 a 1, na qual quanto mais próximo a 1, maior o nível de igualdade para cada estado brasileiro. No total, o Brasil obteve 0,71 ponto. Se utilizado o INDG, o país estaria na 45ª posição no ranking mundial.
Na escala, Santa Catarina, com 0,676, aparece como o estado mais desigual, enquanto Rio Grande do Norte (0,779), como o estado com maior igualdade de acesso, seguido por Roraima (0,776) e Maranhão (0,768). O resultado mostra que a desigualdade não está ligada a uma menor renda, já que o Rio Grande do Norte tem quase metade (R$ 456,94) da renda per capita de Santa Catarina (R$ 864,51) de acordo com dados da Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílios (Pnad) 2009.
“O Brasil tem uma desigualdade regional imensa. Mensurar isso com dados nacionais é mais interessante e confiável. Embora a discriminação por gênero, uma das principais causas da desigualdade, não possa ser medida por dados quantitativos, ela continua existindo na sociedade como um todo”, afirma a integrante do colegiado de gestão do Centro Feminista de Estudos e Assessoria (Cfemea), a socióloga Nina Madsen.
A socióloga explica que a discriminação começa na educação e se estende ao mercado de trabalho, prejudicando os salários e as promoções de mulheres a altos cargos. Segundo Nina, um dos fatores da diferenciação é que as mulheres ainda são responsáveis ao mesmo tempo pela produção e reprodução, o que faz com que acumulem funções.
O acesso à economia teve pontuação 0,730, quase igual ao índice nacional. Já a política foi a área com os menores índices: o Brasil obteve 0,102. O estado de Santa Catarina aparece mais uma vez em última posição (0,035), seguido por Paraná (0,044) e Ceará (0,055). Os primeiros lugares também se repetem: são Rio Grande do Norte (0,404), Maranhão (0,321) e Roraima (0,273).
De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), o Brasil aparece como penúltimo país do ranking da América Latina em representatividade política: somente 9% dos candidatos eleitos são mulheres. “É preciso uma reforma de âmbito partidário para inclusão de mulheres. Tem que haver um trabalho de base, de trabalho junto à sociedade, para que as mulheres tenham mais destaque em propagandas políticas”, afirma a oficial de Monitoramento e Avaliação do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) no Brasil, Juliana Winceslau.
A secretária nacional de Articulação Institucional e Ações Temáticas da Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM), Vera Soares, afirma que o governo tem se esforçado para diminuir as desigualdades. “Os países mais produtivos são os que têm menor desigualdade de gênero. É onde se aproveita melhor a capacidade produtiva e onde se utiliza o capital humano de maneira mais completa. Ganha o mercado, ganha o governo e ganham as pessoas.” Ela informou que a secretaria discute a elaboração de indicadores complexos, como o INDG.
(Fonte: Mariana Tokarnia - Agência Brasil)
Assinar:
Postagens (Atom)


